Confiança

Há 73 dias nas Laranjeiras, Levir Culpi levantou seu primeiro troféu como treinador do Fluminense quando tinha apenas um mês e meio no cargo. No calor da comemoração da Copa Sul-Minas-Rio, ainda no campo de Juiz de Fora, agradeceu ao clube e às circunstâncias favoráveis pela emoção momentânea que experienciava. Para o modesto Levir, feliz por entrar tão precocemente na galeria de técnicos campeões pelo Flu, aquilo era algo além do que mereceria.

Aos 63 anos, com vasta vivência no futebol, não tentou, contudo, fazer da Primeira Liga uma cortina de fumaça para ocultar as deficiências do time. Afirmou recentemente que ainda não havia entendido muito bem este Flu e que tampouco era fácil ter hoje qualquer equipe do Brasil uma cara, uma identidade, pela velocidade espantosa com que jogadores e técnicos são trocados.

Como ficou ilustrado nas últimas duas atuações do Fluminense, contra a Ferroviária e o América-MG, o treinador vem tentando implantar no tetracampeão filosofia parecida com a que foi bem sucedida no Galo vice do Brasileiro passado e campeão da Copa do Brasil de 2014.

Enxerga o atual elenco tricolor heterogêneo, em que há jogadores com características de aceleração, como Gustavo Scarpa (vem jogando por música) e Marcos Júnior, e outros com boa saída de bola, como Edson e Cícero, que cadenciam mais o jogo. E é sincero quando fala da necessidade de reforços, que, segundo ele, são discutidos “internamente”.

GS

Entre as principais mudanças já conseguidas em seu curto tempo de Flu está a redução do espaço entre as linhas, graças a aproximação dos atletas em campo. Pretende melhorar ainda a posse de bola, mesmo tendo conseguido na estreia do Brasileiro número próximo de 70%.

E soou como redentora uma observação sua que há muito incomodava a torcida – as bolas rifadas de Diego Cavalieri. O treinador deseja que o goleiro tricolor dê menos chutões e cobre os tiros de meta com um passe. As mudanças são gradativas, mas forçosamente necessárias.

Não foi em vão seu pedido à torcida, logo após ser anunciado, para que reservasse caixinhas de remédios. Levir pensa grande sem parecer presunçoso. Sabe que conta com um elenco interessante para os padrões atuais do futebol brasileiro.

Com a força do seu trabalho aliada a cooperação mútua da equipe, este Flu “ainda não tão bem compreendido” por ele pode não apenas sê-lo em médio prazo como também vir a se tornar muito bem quisto pela exigente torcida tricolor, que matou recentemente sua sede de título, é verdade, mas que vê em Levir finalmente um profissional à altura para fazer o Tricolor alçar de novo voos bem mais altos.

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Foram milhares de visualizações só na coluna de estreia desta nova etapa do Terno e Gravatinha. Fora as mensagens recebidas através de minha página do Facebook, Twitter e e-mail.

Não há qualquer discurso que exprima com tamanha exatidão – nenhum mesmo – a alegria de atestar o quão emocionante, digno e louvável é trabalhar com correção, sinceridade, colocando por vezes, até, o coração à frente da razão.

Nem é preciso ficar ansioso. Agindo assim, os resultados simplesmente chegam até nós.

A você que me lê, muito obrigado mesmo por me doar um pouquinho do que tem de mais precioso – o seu tempo!

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Primeira coluna publicada na história deste blog, “A certeza íntima do triunfo” retratava o bom momento do Fluminense na Copa do Brasil de 2007, que acabaria conquistando com ineditismo semanas depois, e a estreia do time no Campeonato Brasileiro daquela temporada, que já tinha Cícero no elenco (e cujas características descritas pouco diferem com as de hoje, como você verá).

Ainda, figuras como o então Papa Bento XVI, além, claro, do Gravatinha, que dá nome a esta casa, foram exploradas no curso daquelas linhas inaugurais.

Era 15 de maio de 2007. Lembrança que este colunista desejava reviver e compartilhar no post inaugural, data exata do aniversário de nove anos, mas que acabou preferindo remanejá-la, para que aquele não ficasse ainda mais longo do que notadamente ficou.

Ê, nostalgia!

Rambo Tricolor

Quando o Papa Bento XVI, enviado por João Paulo II, pisou em solo nacional, a torcida pó de arroz teve a certeza de uma semana triunfante. A reação contra o Cruzeiro na estreia do Campeonato Brasileiro (empate em 2 a 2, depois de estar perdendo por 2 a 0) foi apenas a cereja do bolo de uma jornada iniciada no Paraná, onde o Fluminense, com garra de sobra, classificou-se pela quarta vez em sua história à fase semifinal da Copa do Brasil – a terceira consecutiva (1992, 2005, 2006 e 2007).

Do céu, o pontífice tricolor abriu um largo sorriso, abençoando a massa verde, branca e grená, que, invicta há semanas, já anda até esquecida do gosto amargo de uma derrota.

Engana-se, porém, quem pensa que os seis jogos de invencibilidade são obra do acaso. A volta de Renato Gaúcho ao comando técnico do time tem muito a ver com o atual momento. Figura eternizada nos corações tricolores, o Rambo Tricolor, alcunha que ganhou no narrador Januário de Oliveira nos anos 1990 por jogar sempre com uma fita na testa (foto acima), retorna às Laranjeiras ainda mais amadurecido, depois do bom trabalho realizado no Vasco.

As boas-novas na estreia do Brasileiro atendem pelo nome de Arouca e Cícero. O primeiro, espécie de volante-armador, se ainda não é o jogador brilhante de 2005, já volta a articular lances importantes de ataque.

Já o polivalente Cícero vem alternando partidas em que praticamente não é notado com outras em que se faz decisivo, marcando gols fundamentais. Recentemente, o meia balançou as redes do Bahia (Copa do Brasil, 2 a 2), do Flamengo (Estadual, 2 a 1) e do Cruzeiro (Brasileirão, 2 a 2), este último, inclusive, ajudou o Tricolor a ampliar para nove partidas a invencibilidade sobre a Raposa. Por outro lado, o empate quebrou uma série de sete vitórias consecutivas sobre os cruzeirenses.

A atuação da primeira rodada, com garra e valentia, abriu boas perspectivas para as partidas semifinais da Copa do Brasil. Contra o Brasiliense, vivos, mortos, Nelson Rodrigues, e até o Gravatinha, estarão empurrando o Fluminense para mais uma finalíssima nacional.

 Sob a bênção de João de Deus, é claro!

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Mãos

Um momento raro, sublime, viveu Linda Koebner, que chorou de emoção, ao reencontrar dois amigos que ajudou a salvar 18 anos antes, marcando definitivamente suas vidas e a dela própria.

Linda era então apenas uma estudante quando, aos 23 anos, lutava pela causa animal numa época em que as leis de proteção eram ainda mais escassas, salvando-os das mãos de malfeitores.

Certa vez, invadiu um laboratório e abriu a jaula dos chimpanzés, permitindo que os primatas vissem pela primeira vez em seis anos a luz do sol. Linda foi como uma mãe para eles, que, assustados e traumatizados por passarem tanto tempo numa caixa de metal, já não sabiam como sobreviver à vida selvagem.

Mas linda os ensinou, especialmente a dois deles, Doll e Swing. Viveu anos com os chimpanzés, até que percebeu que havia chegado a hora de devolvê-los à Mãe Natureza.

Apesar da dor da separação, Linda sabia que mais importante do que o seu desejo de estar com Doll e Swing era a necessidade de os animais estarem de volta aos braços daquela que os gerou ao mundo, para que vivessem suas vidas com qualidade, dignidade e, sobretudo, liberdade.

Quase duas décadas depois, Linda voltou ao local onde os deixou. Não tinha a mínima ideia de como ou mesmo se os encontraria.

Mas eles estavam lá. O resultado deste momento iluminado é a coisa mais linda deste mundo.

Assista.

132 thoughts on “Confiança

  1. Pois é, amigos.
    O Levir, pelo jeito continua “decepcionando” seus admiradores. (Seriam Leviretes?).
    Outro dia, encheu o Fred de elogios, dizendo que “é ele e o resto”, o que deve ter feito gente torcer o nariz, e agora à tarde, no globo esporte, disse outra blasfêmia.
    Perguntaram-lhe sobre o esquema de jogo, e ele disse que “o esquema bom é o que dá certo”.
    Acho que ele pensa como eu há muito tempo, pois é visto que não há técnico nenhum que faça seu time jogar de um modo totalmente diferente de outro, e ganhar todas.
    O que se vê é um grupo mais disposto que outro, com jogadores mais capazes e inteligentes um pouquinho, ganhando jogos até complicados e o técnico dando explicações detalhadas do seu esquema.
    Sobre o Edson, ele deveria entra no time outra vez, pois tem mais estatura para aquela função que o Pierre.
    Mas é o homem que sabe do seu esquema “que tem dado certo” até agora.
    Quem dirá que ele está erado?
    rrrrrrrrrrrrrr

  2. Finalmente, achei seu novo blog Garcez, espero poder lê aqui os comentários dos diversos torcedores ilustres dessa querida e amada torcida do Fluzão. Já nascemos Fluminense por graça e obra divina.

  3. Tite barrou o Cássio que é melhor que o cava só trezentas vezes.

    Enquanto isso…temos que aturar o frangalieri porque nenhum técnico tem a coragem de tirar esta BOSTA do time.

    1. Nos temos o Julio Cesar que é muito melhor que o frangareli mas no Flu acontecem coisas inexplicaveis, a ultima foi a renovaçao do pessimo e limitado Pierre-Cardan ate o final de 2017, uma verdadeira açao entre amigos do Peter.

  4. Garcez, o sinal de alerta nas Laranjeiras já deve está ligado com tal notícia:

    http://www.netflu.com.br/em-crise-financeira-dryworld-atrasa-fornecimentos-e-pagamentos-em-todos-os-clubes-brasileiros/

    Quando levantei a lebre sobre as dificuldades que essa empresa está apresentando quanto a colocar na praça os produtos do Fluminense, se eu fosse o PS já procurava se movimentar na busca de outra fornecedora, pois quem está perdendo nessa estória, caso venha a se confirmar tais notícias, é a Instituição onde brevemente poderá ocorrer até a falta de material para o time entrar em campo, o que será um prato cheio para aquela parcela da imprensa tendenciosa explorar sem dúvida nenhuma.

    1. Realmente Washington, foi uma jogada arriscada! E vamos combinar que as camisas da Dry World não agradaram, a branca ficou até bonita, mas nosso manto principal está feio, parecendo camisa de time amador. Podiam assinar com a Umbro, e ela fazer como fez com o Grêmio, comprar o espaço da manga para ninguém anunciar nada ali.

  5. Garcez, tenho muito respeito pela sua pessoa, tanto o jornalista quanto o ser humano. O seu sucesso não é de agora, veio desde a primeira publicação do seu Blogue Terno e Gravatinha, todos escritos com muita competência e sempre com respostas respeitosas e com muito carinho. Um grande abraço do Tricolor que muito lhe admira.
    Em tempo: Você só poderia ser Tricolor, mesmo!

  6. Novo cantinho das boas noticias.

    º Está resolvido o problema da lateral esquerda : William Matheus, do Tolouse. Bom jogador.
    º Flu fecha com Maranhão, meia/atacante. Pelos elogios do Levir passo a acreditar no jogador.
    Ambas as notícias divulgadas por ‘globoesporte.com’.

    Só falta um camisa 10, que eu gostaria que fosse um ótimo sul-americano.

    Acho que vai ficar bom, turminha.
    Se vai !
    Vai sim !

    1. Amaury, quantas vezes os companheiros aqui do blog, detonaram o trio PS; MB e Simone em razão das apostas trazidas aqui para o FFC? sei que vc terá uma infinidade de argumentos para defesa. Amaury, esse jogador Maranhão, esteve aqui no Bahia, e de triste lembrança da torcida baiana e da critica esportiva. Certa vez, tentou imitar o Valdívia dando um chute no ar, caiu no gramado, se contorcendo em dor (quebrou o braço) e de quebra armou um contra ataque que quase terminou um gol do adversário. Foi a gota d’agua. Eu, estava assistindo o jogo foi muito hilário rsrs. Hoje, chega para o FFC, referendado pelo Levir. Oxalá o Maranhão faça um baita campeonato no FFC. Pensador, tudo isso, serve para ilustrar o quanto somos injustos e incompetentes quando avaliamos o trabalho alheio.

      1. ” Pelos elogios do Levir passo a acreditar no jogador.”
        Deixei claro que não conheço o jogador, desde comentários anteriores, caro marmund. E mais, até postei números sobre sua passagem por clubes onde esteve, que deixavam (os números) a desejar, afirmando que só daria crédito caso ele fosse recomendação do Levir, o que foi explicitado pelo técnico em vídeo.
        Tenho muito cuidado para (1) não avaliar jogador que não conheço, e (2) não ser injusto com aqueles que estão no clube lutando para honrar a camisa; mas não me furto o direito de criticar aqueles que já conseguiram colocar o nariz para fora dágua e que – apesar disso – querem afogar os que ainda lutam por seus sonhos, entre outras coisas que fazem alguns espertalhões e exploradores.
        Como bem dito por v., vamos torcer pelo sucesso do jogador.
        O episódio da frustrada comemoração é irrelevante, penso eu. Um acidente causado pela alegria.
        Grave é dar cabeçada em juiz, soco na nuca de adversário, esculachar um menino aos berros e dedo em riste, e coisas tais e mais, que espero não voltem a acontecer com o grande capitão.
        Abraço, parceiro.

        1. Pensador, quando citei injustiça e incompetência ao julgar o trabalho alheio. A intenção era tão somente demonstrar que PS,MB e Simone queriam trazer o melhor para o FFC. Mas, infelizmente alguns deles não conseguiram. E, o mesmo pode acontecer com outras apostas independente de quem as indicou. Esclareço, que no episodio em que o rapaz fraturou o braço, ele não estava comemorando algo e se acidentou. Não, muito pelo contrário, ele tentou imitar o Valdivia dando um chute no ar. Concordo quando você afirma ser grave dar cabeçada no juiz e agredir um companheiro, mesmo que adversário. É grave para todos sem exceção. Não raras são as vezes que assistimos, em lances recuperados pela tv, as agressões sofridas pelos atacantes dentro da grande área. Sobretudo, na cobrança de escanteios, o nosso Fred, em sua vitoriosa carreira, com certeza, já perdeu as contas do quanto foi agredido. É exatamente por isso. Por ter sofrido na pele, que reprovamos veementemente quando o Fred agrediu o Rodrigo/ Vasco e o Léo/ Atlético-pr. Pois, em sua tentativa de revidar, acabou por prejudicar a instituição FFC. E tal conduta não combina com um atleta do naipe do Fred. Quanto aos esporros nos mais jovens. Infelizmente, faz parte do aprendizado. Amaury, o que dizer do nosso vitorioso BERNARDINHO, aquele mesmo, super campeão do voley brasileiro? Não só nós brasileiros, mas, o mundo assiste esportivo assiste a atuação do vitorioso treinador e zero de critica nesse sentido. ST

    2. Nobre Amaury, o ultimo “frances”que recebemos do Bordeaux, o Henrique , que vinha para dar “jeito”na zaga so foi decepçao, acho que devemos esperar antes de afirmar que esta “resolvido”.
      sds.

      1. É bom jogador, Valdick, pelo que me lembro dele no Goiás e no Palmeiras.
        O Henrique vinha de séria cirurgia no joelho e além disso já estava na ‘terceira idade’ como jogador profissional. Creio que em ambos os problemas este não é o caso do Maranhão. De péssimo mesmo é o ‘nome de guerra’ do gajo. Haha !!!
        Mas, concordando com v., cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém. ST.

        1. Pisei na jaca, Valdick. Feio ! Haha !!

          Por favor desconsidere quando digo : ” … este não é o caso do Maranhão. De péssimo mesmo é o ‘nome de guerra’ do gajo. Haha !!! “, pois no meu texto eu fazia menção ao LE Willam Thadeu.

  7. O Flu investirá cerca de R$ 700 mil na reforma do estádio do America FC, em Edson Passos – que dista 43 km (ou pouco mais de uma hora) da sede das Laranjeiras – trazendo cerca de 12 de seus jogos do Brasileirão para perto de sua torcida e, também, para reduzir o número de longos deslocamentos e despesas de viagens causadas pela indisponibilidade dos dois estádios existentes na cidade : Maracanã e Engenhão.

    Como resultado de mais esta lambança dos ‘jênios’ da CBF e do COB, as nove partidas disputadas até aqui em Volta Redonda e Los Larios tiveram a presença de 2.345 pagantes, em média. Todos os outros clubes cariocas sofreram com o lastimável ‘plano’, creio eu.
    Não fossem as partidas fora do Rio, o Flu teria tido gigantesco prejuzo até aqui.
    Pagando para jogar !
    Isso chega a ser revoltante.

    Tenho esperanças de que nossa querida torcida fluminense (i.e., do Estado do Rio) dará sua resposta positiva, lotando os 15.000 lugares do Giulite Coutinho.

    E que o time justifique tal cuidado da diretoria e o carinho de sua torcida local.

    A ver, turminha.

    1. Amaury, eu já preguntei uma vez mas ninguém me respondeu. De quem é esse estádio Los Larios, do qual ouvi falar este ano?
      Uns tricolores daqui andaram chutando , dizendo que fica em Xerém e que seria do Flu.
      Dá para esclarecer?
      ttttttttttttt

        1. Valeu, João e Amaury.
          Eu nunca havia ouvido falar neste estádio.
          A propósito, esse Tigres já andou disputando o campeonato “‘carioquinha”, né não?
          Até pelo porre de futebol que se tem hoje, eu não tenho certeza, pois não dá para acompanhar tanta coisa.
          yyyyyyyyyyyyyy
          .

    2. Amaury,

      O equívoco é evidente. Mas os clubes já sabiam da Olimpíada desde que o Rio foi escolhido.

      Fizeram o quê?

      Então, como reclamar pelas coisas de última hora?

      ST

  8. Boa tarde, amigo Garcez!
    Gosto do Levir. Acho-o com boa visão, leitura de jogo e etc. Agora, o único “senão” que faço no momento, é o fato de preterir o jovem Edson, ao já mais do que trintão, e, já com um infindável histórico de contusões, Pierre. Não consigo entender, mesmo!
    O Edson fez uma boa partida contra o América MG. Tendo uma boa sequência de jogos, a tendência é de que cresça mais ainda. Infelizmente, o Levir não pensa assim…
    Que o Pierre volte bem e vençamos à segunda no Brasileiro! Essa é a torcida.
    ST

      1. Se Levir fizer o Edson jogar ali cabeça da área, ou entrada , como queiram, orientado para não inventar de ir embora pra frente e deixar o miolo da zaga entregue aos inimigos, pode-se ter certeza que ele será muito mais eficiente do que Pierre.
        Logo que chegou ao Flu, ele deixava a defesa em várias podres, e quem sempre levou a culpa foi quem estava lá atrás.
        aaaaaaaa

  9. Li que o Scarpa assinou contrato com a Nike, agora vai entrar para a galeria dos craques da maior fornecedora de material esportivo no meio.
    Bem que ela poderia aproveitar e assinar com o Fluzão também né? Essa Dry World aí sei não… chegou botando banca, mas agora não está conseguindo cumprir com o básico que é a distribuição de camisas para venda.

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